A todos, os pequenos e os grandes, os ricos e os pobres, os livres e os escravos, faz que lhes seja dada certa marca sobre a mão direita ou sobre a testa.
Para que ninguém possa comprar ou vender, senão aquele que tem a marca, o nome da besta
ou o número do seu nome. Ap 13.16-17
vejam esses vídeos impressionantes.
terça-feira, 2 de março de 2010
segunda-feira, 1 de março de 2010
O Arrebatamento vem Prepara-te
eis que venho sem demora, gurda o que tens pra que ninguem tome a tua coroa.
domingo, 28 de fevereiro de 2010
Terremoto de Valdivia de 1960

Vista de uma rua no centro de Valdivia após o sismo
O Sismo de Valdivia de 1960, também conhecido como Grande Sismo do Chile, foi o mais violento sismo já registrado cientificamente[3]. Ocorreu no dia 22 de maio de 1960, no Chile.
Atingiu todo centro-sul do Chile, incluindo as cidades de Valdivia e Concepción, registrando 9,5 pontos na escala de Richter, o que o tornou o mais forte já registado cientificamente na história da Humanidade.
O sismo foi sentido em diferentes partes da Terra e produziu um tsunami que afetou diversas localidades ao largo do Oceano Pacífico, como Havaí e Japão e a erupção do vulcão Puyehue. Cerca de 5700 pessoas faleceram e mais de 2 milhões ficaram feridas por causa desta catástrofe. Tsunamis causados pelo tremor causaram 62 mortes no Havaí e 31 nas Filipinas nas horas seguintes, e réplicas do primeiro abalo puderam ser sentidas por mais de um ano. Os estragos chegaram a ameaçar seriamente a realização da Copa do Mundo FIFA de 1962, já programada para ocorrer no país.
O Chile é susceptível a fortes terremotos porque está cortado pela divisão de duas placas tectônicas: a placa de Nazca e a placa Sul-Americana.
O número de vítimas e as percas monetárias deste desastre nunca foram conhecidas com precisão. Diversas estimativas quanto ao número total de mortes directamente associadas ao sismo e tsunamis foram publicadas, com a USGS a citar estudos e números de 2231, 3000, ou 5700 mortes,[1] enquanto outras fontes usam estimativas de 6000 mortes.[2] Várias fontes estimam o custo monetário entre 400 milhões e 800 milhões de dólares norte-americanos[1] (equivalentes a 2,9 e 5,8 biliões de dólares aos custos de 2010, corrigidos pelo efeito da inflação).
Sinais e Evidênçias da vinda de Cristo
Chile e Haiti: por que dois terremotos em tão pouco tempo?
Luciana Abade, Jornal do Brasil
BRASÍLIA - Apesar do curto espaço de tempo entre a ocorrência do terremoto no Haiti, que matou mais de 200 mil pessoas no início de janeiro, e o terremoto do Chile na madrugada de sábado que já matou mais de 700 pessoas, qualquer relação feita entre os dois é mera especulação. A afirmação é do chefe do Observatório Sismológico da Universidade de Brasília, George Sand França.
– São duas placas tectônicas diferentes – explica o pesquisador. – A dinâmica da Terra é esta mesma.
Segundo Sand, seria mais fácil encontrar uma relação entre o terremoto do Chile, de 8,8 na Escala Richter, e o que abalou a costa sul do Japão horas antes, com 7 graus de magnitude.
– A partir de 2004 notamos um aumento no número de tremores com mais de cinco graus de magnitude. Mesmo assim não dá para dizer que a atividade sísmica da Terra aumentou. Não temos parâmetros para isto. É apenas um século de instrumento para medir e acompanhar contra quatro milhões de anos de História.
– Temos entre 12 e 16 tremores acima de oito graus todos os anos, mas como ocorrem em áreas desabitadas, geralmente no oceano, a mídia não divulga e as pessoas não ficam sabendo – ressalta o pesquisador.
De acordo com o Sand, a complexidade desses eventos é tão grande que os pesquisadores podem afirmar que vários tremores ocorrerão nos próximos dias e, no entanto, não ocorrer nenhum.
– Infelizmente ainda não conseguimos precisar como está a energia embaixo da terra – comenta.
Luciana Abade, Jornal do Brasil
BRASÍLIA - Apesar do curto espaço de tempo entre a ocorrência do terremoto no Haiti, que matou mais de 200 mil pessoas no início de janeiro, e o terremoto do Chile na madrugada de sábado que já matou mais de 700 pessoas, qualquer relação feita entre os dois é mera especulação. A afirmação é do chefe do Observatório Sismológico da Universidade de Brasília, George Sand França.
– São duas placas tectônicas diferentes – explica o pesquisador. – A dinâmica da Terra é esta mesma.
Segundo Sand, seria mais fácil encontrar uma relação entre o terremoto do Chile, de 8,8 na Escala Richter, e o que abalou a costa sul do Japão horas antes, com 7 graus de magnitude.
– A partir de 2004 notamos um aumento no número de tremores com mais de cinco graus de magnitude. Mesmo assim não dá para dizer que a atividade sísmica da Terra aumentou. Não temos parâmetros para isto. É apenas um século de instrumento para medir e acompanhar contra quatro milhões de anos de História.
– Temos entre 12 e 16 tremores acima de oito graus todos os anos, mas como ocorrem em áreas desabitadas, geralmente no oceano, a mídia não divulga e as pessoas não ficam sabendo – ressalta o pesquisador.
De acordo com o Sand, a complexidade desses eventos é tão grande que os pesquisadores podem afirmar que vários tremores ocorrerão nos próximos dias e, no entanto, não ocorrer nenhum.
– Infelizmente ainda não conseguimos precisar como está a energia embaixo da terra – comenta.
sábado, 27 de fevereiro de 2010
Fotos Lindas de paisagens
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